18+ O jogo causa dependência. Jogar dentro das próprias possibilidades. Licença e segurança
Página de jogo · Realtime Gaming (RTG)

I, Zombie

Um dos títulos da seção «saguão completo» do operador.

Imagem do caça-níquel I, Zombie

O que ele dá em jogo

  • Zombie Wild
  • Free Games
  • Graveyard Bonus

Ficha técnica

Rolos e linhas
5 rolos, 3 fileiras e 25 linhas de pagamento
RTP
95,6%
Volatilidade
Média
Prêmio máximo
2.000× a aposta por linha
Lançamento
2015
Estúdio
Realtime Gaming (RTG)

As características vêm dos anúncios de lançamento do estúdio e dos operadores RTG.

Onde jogar

18+. A contribuição para o requisito de aposta é de 100% para os caça-níqueis; as condições devem ser conferidas no caixa.

O zumbi enterrado, bem de perto

I, Zombie se passa num cenário que cabe em uma linha: um cemitério de subúrbio, lápides tortas. Em I, Zombie a imagem se agarra a isso com insistência suficiente para manter reconhecível a miniatura da seção. O que prende o olho em I, Zombie: o zumbi enterrado até a cintura. É de lá que sai o pagamento mais alto, em I, Zombie, quando os rolos caem como se espera.

Descendo pela tabela aparecem uma lápide, uma pá, um corvo e uma caveira, e depois os valores de carta de sempre. O trabalho de cor, em I, Zombie: verde cadavérico, cinza de túmulo e luar. A paleta é caricata, e isso é escolha e não acaso.

A trilha sonora é caricata em I, Zombie e faz exatamente a única coisa que lhe cabe: separar o andamento comum do momento depois do qual alguma coisa acontece. Em tela estreita a primeira coisa sacrificada em I, Zombie é o cenário — um cemitério de subúrbio — e em troca a tabela de pagamentos ainda cabe inteira.

Numa seção de cento e quarenta miniaturas essa legibilidade é o trabalho inteiro: I, Zombie precisa se distinguir dos vizinhos sem que seja preciso ler a legenda.

O zumbi enterrado: a matemática por baixo

Tirada a imagem, em I, Zombie sobra isto: 5 rolos, 3 fileiras e 25 linhas de pagamento. Os prêmios se leem, em I, Zombie, da esquerda para a direita, a partir do primeiro rolo, e por linha isolada conta só a combinação mais alta: um segundo símbolo igual (o zumbi) mais adiante na mesma linha não acrescenta nada. No alto da tabela: o zumbi. Abaixo, uma lápide, e os valores de carta mais embaixo são o que rende, em I, Zombie, a maioria dos giros.

O curinga aqui é Zombie Wild — substitui tudo e dobra a linha. É a linha mais importante da tabela, em I, Zombie, porque é ela que transforma um quase numa linha paga. O máximo declarado para I, Zombie é 2.000× a aposta por linha, e se chega lá pelos recursos e não num giro base — melhor saber disso antes de julgar o jogo pelos primeiros cinquenta giros.

O gatilho a vigiar se chama Free Games — até quinze giros com o zumbi curinga em jogo — e é o único evento do campo, em I, Zombie, que muda o valor do giro seguinte. É por isso que o campo base, em I, Zombie, parece mais calmo do que as cifras deixam supor: a volatilidade está estacionada de propósito dentro do recurso.

A aposta em I, Zombie, sem chutar

A aposta, em I, Zombie, sai de uma conta simples: aposta por linha vezes 25. Jogar I, Zombie com menos linhas é possível, mas raramente faz sentido: baixa o custo e a frequência dos acertos no mesmo passo. O máximo, em I, Zombie, é dado como múltiplo justamente por isso (2.000× a aposta por linha): acompanha a aposta em vez de ser uma soma fixa, e assim significa a mesma coisa em qualquer valor.

A volatilidade, em I, Zombie, é média, ou seja, o jogo paga com frequência suficiente para a sessão continuar viva e com força suficiente para a espera valer alguma coisa. Quase nenhuma descrição deste jogo dá uma cifra para I, Zombie, e há motivo. A RTG constrói os próprios jogos com retorno regulável, tanto que um título — I, Zombie — não tem um RTP único: tem aquele que cada operador escolheu. Basta abrir a janela de informações em I, Zombie para ver a regulagem que vale para a própria sessão.

Em I, Zombie a aposta é uma escala e não uma estratégia: desloca a tabela inteira de uma vez e não acrescenta nem tira uma única probabilidade. I, Zombie deixa o jogo automático correr até a entrada do recurso: Zombie Wild. Regulagem razoável, dado que no campo base, em I, Zombie, não há nada para olhar giro a giro.

Os recursos que mudam uma sessão inteira

I, Zombie traz três recursos, e é aí — e não no campo base — que o jogo conquista o próprio lugar na seção.

Zombie Wild: substitui tudo e dobra a linha, sempre calculado sobre a mesma aposta por linha que se definiu no começo. O recurso Zombie Wild é a parte, em I, Zombie, para a qual convém que sobre saldo.

Free Games. Na tabela de pagamentos se escreve assim — até quinze giros com o zumbi curinga em jogo. O recurso Free Games é a parte, em I, Zombie, para a qual convém que sobre saldo.

Graveyard Bonus: escolhe-se um túmulo para um prêmio. O recurso Graveyard Bonus não dispara com frequência em I, Zombie, e o jogo inteiro é construído partindo do princípio de que se está esperando por ele.

Nenhuma se dispara sob comando, e é justamente esse o ponto: para Zombie Wild é preciso que sobre saldo, e todo o resto, em I, Zombie, é espera.

Tirar mais de cada giro

A aposta, em I, Zombie, deve ser calculada de modo que o saldo cubra várias centenas de giros: é mais ou menos a janela dentro da qual o jogo mostra do que é capaz. O limite se define antes do primeiro giro, em I, Zombie, e não depois de uma sequência ruim: as ferramentas de limite de depósito e de autoexclusão ficam na área da conta e agem na hora.

Quem libera um bônus em I, Zombie deve ter em mente que os caça-níqueis cobrem o requisito de aposta em cem por cento — as condições completas estão na nossa página de bônus. Antes de apostar em I, Zombie, convém deixá-lo correr em modo de treino até ver Zombie Wild cair pelo menos uma vez: essa espera diz mais sobre o jogo do que a tabela de pagamentos.

O que em I, Zombie não se deve fazer por motivo nenhum: correr atrás de Zombie Wild com a aposta levantada depois de uma sequência seca. A frequência com que Zombie Wild entra não depende do valor — em I, Zombie depende dele só o preço da espera. Quando I, Zombie deixa de ser agradável, a página de jogo responsável lista os limites, as formas de fazer uma pausa e as organizações independentes com que trabalhamos.

I, Zombie em poucas linhas

Há um perfil para o qual I, Zombie serve sem discussão: quem quer um jogo que paga com frequência bastante para continuar interessante sem ficar sem graça. Ao lado na seção está Zomberries; o que os dois dividem é isto — a família de mecânicas — e o que muda é o ritmo.

Vale rodar dois títulos lado a lado no modo de treino, I, Zombie junto de um vizinho de seção: Zomberries. Depois se aposta. Melhor começar por I, Zombie para quem quer um jogo que mostre alguma coisa o tempo todo. A ficha técnica completa, em I, Zombie — 5 rolos, 3 fileiras e 25 linhas de pagamento, a volatilidade, o topo da tabela (2.000× a aposta por linha), a lista de recursos e o ano de lançamento — está na tabela no alto desta página.

Zomberries

Pronto para jogar I, Zombie?

Uma conta leva um minuto, e o pacote de boas-vindas espera no primeiro depósito. I, Zombie roda também em modo de treino, para quem prefere olhar antes.

18+. O jogo de azar tem expectativa negativa — joga-se com dinheiro que se pode perder, e os limites devem ser postos antes, no caixa. Saber mais sobre jogo responsável.